sábado , 16 fevereiro 2019
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Cheveux Cosméticos projeta crescimento de 20% neste ano

Indústria mineira em Contagem tem produtos para cabelo e corpo em 15 mil pontos de venda.

“Ressaltar a beleza natural e crescer junto com a autoestima dos consumidores: é nisso que a Cheveux acredita”, ressalta Tiago Queiroga Villani, 36, diretor da indústria de cosméticos mineira instalada em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. E é com essa crença e confiança de que produto de beleza tem que dar resultado é que Villani – que já trabalhava no segmento de cosméticos – fundou a Cheveux. “Eu vi potencial na marca, que era conhecida no mercado mineiro, e nos produtos e comprei essa marca e fundei a Aimer Cosméticos, que é a razão social da Cheveaux”, conta.

Hoje, a Cheveux tem produtos que custam de R$ 5 a R$ 29 e que estão em 15 mil pontos de venda no mercado varejista brasileiro. “Em Minas Gerais, estamos na Drogaria Araujo, nas Lojas Rede, no Mart Minas, no Apoio, no Super Nosso e no Verdemar”, enumera. Para Villani, a presença em grandes redes gera credibilidade ao produto e faz o cliente confiar numa marca.

Além dos desafios constantes da inovação e da concorrência com grandes players, as provações do negócio também passam, de acordo com Villani, por obter market-share (participação de mercado). “É abrir mercado devido à grande concorrência que tem no segmento de cosméticos”, define.

Capilaridade

Agora, a conquista vai na direção de estender a presença da Cheveux em nível nacional. O objetivo é aumentar em 20% os pontos de venda neste ano. Villani justifica a estratégia devido à constante busca por ganho de novos mercados de consumo e capilaridade do negócio.

Com esse plano, o reflexo da expansão também se dará no aumento de 15% a 20% de contratações. Atualmente, a Cheveux emprega 60 funcionários. “Crescendo 20% em pontos de venda, crescemos na venda e na produção. E, consequentemente, tem que aumentar o estoque para suportar um crescimento. Isso tudo é investimento. Tem que contratar pessoas, tem que investir em infraestrutura e em estoque”, analisa Villani.

Animado e com uma fala otimista em relação ao futuro, o empresário belorizontino avalia que “o mercado da beleza é sempre promissor porque sempre tem novos entrantes querendo experimentar novas oportunidades”. Assim, é possível esperar bons números da sede da Cheveux em Contagem, onde estão concentradas a fabricação, as áreas do administrativo e do comercial, desenvolvimento do produto e logística, com um centro de distribuição.

Indústria mineira já tem 170 itens no portfólio

O diretor da Cheveux Cosméticos, Tiago Queiroga Villani, conta que conseguiu ter um mix de produtos vendáveis. “Temos aproximadamente 170 itens e é bem distribuída e equilibrada a venda de todos os itens, então temos um grupo de produtos que vendem um valor que gera a sustentabilidade do negócio”, explica Villani, que é economista e pós-graduado em administração de empresas.

A linha Cheveux é composta por produtos para os cabelos e para o corpo como reparadores de pontas, sabonetes líquidos e hidratantes corporais. As linhas Frizon e Evolut oferecem soluções profissionais para todos os tipos de cabelo. A linha Kero Pé é específica para tratar dos pés. E, para cuidar da pele antes e depois do sol, tem a linha Lock 2000.

Com o alcance do que ele chama de “maturidade no mercado”, Villani diz que não é somente uma linha da Cheveux que é líder de vendas. “Nós distribuímos produtos para cabelos tanto lavatório, como tratamento capilar, quanto cuidados com o corpo, limpeza e hidratação”.

Lançamentos

Linhas. Todo ano tem lançamentos da Cheveux em cuidados com o corpo e com o cabelo. “O mercado da beleza respira inovação. Se parar de inovar, o pessoal envelhece”, diz o diretor Tiago Villani.

Inovação

– Mercado, economia, incentivo com linhas de financiamento, qual é o fator principal para a empresa crescer mais? Tiago Queiroga Villani diz que é a inovação.

– “A barreira para esse fator de crescimento, hoje, eu acredito que seja uma associação de estratégia e capital. Toda empresa para ganhar mercado precisa de capital e uma boa estratégia para tudo dar certo”, diz.

Fonte: O Tempo

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