quinta-feira , 24 junho 2021
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Indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis fecha 2019 com alta de quase 2,5% no volume de produção

O faturamento das exportações também registrou alta de 7%, totalizando US$ 237 milhões. Na contramão, as importações caíram 8% em volume no ano.

São Paulo, março 2020 – Estudo realizado pela Maxiquim, com exclusividade para a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis – www.abief.org.br), indica que o desempenho da indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis foi relativamente positivo em 2019. De acordo com a avaliação, a produção do setor cresceu 2,3% em comparação a 2018, atingindo quase 2 milhões de toneladas. O consumo aparente também mostrou alta de 0,6% em 2019 no comparativo com o ano anterior.

Outra boa notícia vem da balança comercial do setor que registrou alta de 27% no volume exportado em 2019, chegando a 130 mil toneladas. O faturamento das exportações também registrou alta de 7%, totalizando US$ 237 milhões. Na contramão, as importações caíram 8% em volume no ano.

Por tipo de resina, a pesquisa Maxiquim aponta que o PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) segue na liderança, com uma participação de 978 mil toneladas nas 1,980 milhão de toneladas produzidas em 2019. Na sequência vem PEBD (polietileno de baixa densidade) com 475 mil toneladas, PP (polipropileno) com 318 mil ton e PEAD (polietileno de alta densidade) com 209 mil ton.

Se fizermos um recorte no estudo da Maxiquim para entender os principais mercados para as embalagens plásticas flexíveis, temos os alimentos como líder com um consumo de 776 mil toneladas. Na sequência vêm as aplicações industriais, com 390 mil toneladas, seguidas por descartáveis (226 mil ton); bebidas (202 mil ton); higiene e limpeza (196 mil ton); agropecuária (118 mil ton); pet food (44 mil ton); construção civil (17 mil ton) e outros (11 mil ton).

“Estes números revelam todo o potencial do setor. E para 2020 estamos ainda mais confiantes. Se todas as mudanças macroeconômicas necessárias forem efetivadas, certamente fecharemos o ano com um resultado superior ao de 2019”, comenta o Presidente da ABIEF, empresário Rogério Mani.

Se existe um grande desafio hoje para o setor, segundo Mani ele reside na questão da sustentabilidade. “Precisamos pensar a embalagem plástica flexível dentro do contexto da Economia Circular. Ao criar uma embalagem, ela já deve nascer permeada pela circularidade. Cada vez mais teremos embalagens com conteúdo reciclado, mono material e com processos simplificados. E estas mesmas embalagens continuarão garantindo segurança alimentar, proteção dos produtos, otimização logística e comunicação adequada com os consumidores. ”

“Também precisamos consumir de forma responsável e exercer a cidadania, descartando qualquer tipo de embalagem corretamente. Não entendemos que os resíduos plásticos sejam lixo, mas sim matéria-prima de grande valor quando se promove a Economia Circular de fato. Todos sabem que o plástico é maravilhoso; o que precisamos agora é comunicar estes benefícios para a sociedade”, finaliza o Presidente da ABIEF.

Algumas partes do estudo da Maxiquim para a ABIEF poderão ser fornecidas para os jornalistas interessados mediante solicitação pelo e-mail [email protected].

Sobre a ABIEF

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental.

A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

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